Rui, o passado e o presente

 
Foi ao fim do dia, na habitual paragem de autocarros onde inicio o caminho de regresso a casa, que me deparei com o Rui a ler “Segredos da Descolonização de Angola“, um livro que pretende revelar toda a verdade sobre o maior tabu da presença portuguesa em África. Diz o Rui que gosta de História porque sabe que conhecer o passado lhe permite compreender melhor o presente. Refere, ainda, que se interessa pelas implicações que as decisões tomadas pelos políticos têm na sua vida e que procura sempre tentar compreender  o ponto de vista de cada um dos intervenientes que moldaram a nossa História. Foi, portanto, com essa postura que partiu para a leitura do livro de Alexandra Marques. O Rui diz-se leitor habitual e talvez por ler tanto tenha sido incapaz de eleger o livro da sua vida. Sabe que o livro que mais o marcou este ano foi sem dúvida “A Guerra do Mundo“, de Niall Ferguson, de novo um ensaio histórico que se interroga sobre o que correu mal no século XX para que a humanidade tivesse de passar pelo sofrimento atroz de duas grandes guerras mundiais. Mas atreveu-se a enumerar alguns títulos que serão, até ao momento, alguns dos livros que mais o impressionaram na sua ainda curta vida: “O Idiota“, de Dostievski, “As Vinhas da Ira“, de Steinbeck e “O Senhor dos Anéis“, de Tolkien.

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