São Paulo — Georgia, no metro

 
A casa onde estive alojada em São Paulo ficava junto ao aeroporto de Congonhas, num bairro tranquilo. Para me deslocar até ao centro da cidade precisava de recorrer aos transportes públicos, primeiro o autocarro e depois o metro. Foi numa dessas viagens, a caminho do Museu da Língua Portuguesa, que conheci a Georgia, uma leitora acérrima. “Leio muito! Leio um livro atrás do outro“, disse-me. E as longas viagens até ao trabalho alimentam o vício, já que as aproveita para ler. O livro que naquela manhã estava quase a acabar intitulava-se “Julieta Imortal“, de Stacey Jay, um romance baseado na obra de Shakespeare, mas que vira do avesso a história de amor entre Romeu e Julieta. Os romances são precisamente o estilo literário que a Georgia prefere, mas fica o aviso: “Não gosto de romance água com açúcar“.

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2 thoughts on “São Paulo — Georgia, no metro

  1. Gostei muito, Vespinha! Mas atenção, é o Museu da Língua Portuguesa falada no Brasil. Do nosso português tem apenas algumas curiosidades. De qualquer forma, é um museu lindo, muito interativo e aprende-se bastante.

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