Salvador da Bahia – Helia & Chimamanda Ngozi Adichie

 

Não foi há muito tempo que a Helia descobriu o Acordo Fotográfico — descoberta que se deveu à Inês, autora do InesBooks, que também já foi protagonista de um post —, mas tornou-se rapidamente uma seguidora assídua e entusiasta do trabalho que vou fazendo por aqui. E quando divulguei o projeto de volta ao mundo e a minha intenção de passar uns dias em Salvador da Bahia, a Helia, que tem um filho que já fez uma viagem semelhante, ofereceu-se de imediato para me receber. Na época, a sua mudança de Cascais para o Brasil por causa do trabalho do marido ainda estava a ser organizada, mas ficou logo combinado que quando estivesse definitivamente instalada haveria um quarto reservado para mim. E foi assim que, após vários meses de trocas de mensagens e conversas online, nos conhecemos pessoalmente na madrugada de 11 de março, quando me abriu a porta da sua casa com um sorriso meigo e me cumprimentou com a sua voz quente e doce. Esta luso-brasileira é, nos dias que correm, uma leitora inveterada e com muita disponibilidade para satisfazer a sua fome de livros. Mas nem sempre foi assim porque, embora tenha gostado de ler desde pequena, durante muitos anos a sua prioridade foi a educação dos filhos e o trabalho. Agora estou numa fase mais caseira e voltei a ler muito para recuperar. O tempo em que você não está lendo é tempo perdido“, disse. Nos dias em que estive em sua casa, estava a ler “Meio Sol Amarelo“, de Chimamanda Ngozi Adichie, livro com o qual fiz questão de fotografá-la. Antes deste romance, a Helia tinha lido “A Cor do Hibisco“, de que gostou muito, e a sua intenção é ler por ordem todos os títulos desta autora nigeriana. “Gosto de ler os textos cronologicamente“, explicou, “foi o que fiz com os romances do Machado de Assis e da Philippa Gregory, por exemplo. E odeio deixar livros pela metade. Eu não acho certo! Fico agoniada se não acabar de ler“, rematou.

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2 thoughts on “Salvador da Bahia – Helia & Chimamanda Ngozi Adichie

  1. Quando vens a Amazônia? Praticamos bastante o ato da leitura, consequência talvez das grandes distancias… (Uma viagem de Belém a Manaus de Barco leva 7 dias, leio uns 3 na viagem.)

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