Raquel & Richard Bach no voo TAM 3152

 
Salvador da Bahia estava cada vez mais perto. Depois de um voo de 10 horas entre Madrid e o Rio de Janeiro faltava uma última viagem, de hora e meia apenas, para regressar à cidade que foi o meu primeiro amor brasileiro. Do outro lado da coxia, perto do meu lugar, sentou-se a Raquel que se dirigia a Salvador para assistir à festa dos 15 anos da sua neta, uma espécie de baile de debutante que, na América do Sul, é um evento muito importante na vida de uma jovem mulher e da sua família. A viagem da Raquel já tinha começado em São Paulo, onde vive, e a leitura pareceu-lhe uma boa forma de ocupar essas horas vagas. Tinha consigo “Ilusões“, de Richard Bach, um livro que o marido já tinha lido e recomendado. Deste autor, a Raquel recorda ter lido “Fernão Capelo Gaivota” há muitos anos, quando era adolescente, mas admite que não é o estilo literário com que mais se identifica. Os livros de que a Raquel gosta mesmo são os que contam histórias verídicas e dentro desse género aquele que mais a marcou foi “Cisnes Selvagens“.

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