Anouch, a caminho do Recife

Foi no aeroporto da Portela, em Lisboa, que me cruzei com a Anouch, uma jovem francesa de Bordéus que aguardava pelo avião que a levaria até ao Recife, no Brasil. Quando me disse que falava português, achei que a Anouch seria descendente de portugueses, mas na verdade esta jovem aprendeu a falar o nosso idioma porque quis e fê-lo através da internet. Enquanto aguardava pelo embraque, lia “Des Fleurs Pour Algernon”, um romance de ficção científica publicado em 1959. O livro conta a história de um jovem deficiente mental a quem um cientista propõe uma cirurgia radical que lhe permitirá adquirir novas capacidades intelectuais. Tudo corre bem e o protagonista do romance começa a tirar partido da sua nova condição, até ao dia em que a ameaça de uma regressão começa a pairar sobre si…
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5 thoughts on “Anouch, a caminho do Recife

  1. Quero deixar registrado que gostei imenso da proposta deste blog.
    Cruzar histórias pessoais e livros revela, às vezes, facetas curiosas das pessoas ou dos livros. Apesar da concisão empregada nos posts.
    Parabéns, Sandra! Vida longa ao blog!

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  2. O incentivo a leitura é uma ação que sempre me afeta. Achei o seu blog muito bonito porque além das imagens ainda apresenta a história dos retratados.

    Aqui no Brasil, meu amor pela leitura também me fez desenvolver um projeto parecido intitulado “Common People Reading” que publica fotos de pessoas lendo ao redor do mundo.

    Gostaria de compartilhar contigo!

    http://commonpeoplereading.tumblr.com/

    Por um mundo com mais leitores!
    Grande abraço!

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  3. Olá, descobri o blog hoje e estou super curiosa e entretida com as imagens e histórias.
    Morei em Faro há algum tempo atrás e vendo um pouco do cotidiano português, lembro-me dos bons tempos em Portugal.
    Vou continuar visitando o blog e esperando sempre por boas histórias reais!
    🙂

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  4. Olá! Acabei de descobrir o blog e estou adorando! Sou brasileira, mas morei em Faro há algum tempo atrás. Vendo as fotografias e histórias recordo-me dos bons tempos em terras portuguesas e sinto muita nostalgia!
    Obrigada pelo blog! 🙂

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