António, o iberista

 
Neste banco da praça Carlos Alberto que parece atrair leitores (já aqui falei com o Alexandre e com o Niklas), estava sentado o António que tinha consigo dois livros, porque tem o hábito de ler em simultâneo ficção e não ficção. Na ficção lia “Os Homens Que Odeiam as Mulheres“, de que não estava a gostar. Contou-me que, por vezes, aventura-se num bestseller, mas que em 99% dos casos considera-os maus. O livro de Stieg Larsson, no seu entender, não fugiu à regra. Dois dias antes deste nosso encontro, tinha acabado de ler “A Pista de Gelo“, de Roberto Bolaño, e esse sim, considerou-o bom. No tocante à não ficção o António estava a ler “A Guerra Civil Espanhola, a União Soviética e o Comunismo“, num regresso à temática maoista, já que anteriormente tinha estado a ler “Margem de Certa Maneira – O Maoismo em Portugal de 1964 a 1974“. Mas este era também um regresso à história de Espanha, sobre a qual lê muito porque é um iberista convicto e tem a esperança que um dia Portugal e Espanha se unam num único estado. 
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2 thoughts on “António, o iberista

  1. Discordo completamente deste leitor! União ibérica?? Nem pensar! Portugal e Espanha são países diferentes e não há motivo algum para que sejam o mesmo, keep it that way .)

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  2. Curioso! Também tenho esse hábito de ler, em simultâneo um livro de ficção e outro de não ficção. Gosto de intercalar as leituras.
    Aproveito o comentário para felicitá-la pelo seu excelente blogue. Já estou completamente viciada:) Parabéns!

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